Palestras conduzidas por psicóloga com 26 anos de experiência clínica e 23 anos de atuação em Recursos Humanos, levando conhecimento, reflexão e ferramentas práticas para o cuidado com as pessoas e a construção de ambientes de trabalho mais saudáveis. Presencial em São Paulo e região ou on-line para equipes de todo o Brasil.
Receber proposta pelo WhatsAppEm 2025, o INSS concedeu 4,1 milhões de benefícios por incapacidade. Aproximadamente 1 em cada 7 esteve relacionado a transtornos mentais e comportamentais.
Fonte: Ministério da Previdência Social / INSS — dados de 2025.
A nova redação do capítulo 1.5 da NR-1, estabelecida pela Portaria MTE nº 1.419/2024, passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A partir de 26 de maio de 2026, as organizações passaram a contar com a norma em plena vigência para o gerenciamento desses riscos.
Isso amplia a responsabilidade das organizações na identificação, avaliação e prevenção de fatores relacionados à organização e às condições de trabalho que podem impactar a saúde dos trabalhadores — como sobrecarga, falta de suporte e situações de assédio, entre outros.
Nesse cenário, preparar lideranças para reconhecer sinais de sofrimento, acolher adequadamente e saber quando e como encaminhar uma situação deixou de ser apenas uma iniciativa de cuidado: tornou-se parte importante de uma cultura organizacional de prevenção.
Hoje, saúde mental também é uma questão de gestão, prevenção e sustentabilidade do negócio. Os impactos aparecem nos afastamentos, na produtividade, na retenção de talentos e nos riscos relacionados à organização do trabalho.
Toda palestra começa antes do evento: em uma conversa com o RH para entender a realidade da empresa e o objetivo da ação. Assim, o conteúdo é personalizado para quem estará na sala — com linguagem, exemplos e profundidade adequados a cada público.
Para todos · 60–90 min · Presencial ou on-line
Uma palestra para abrir o Setembro Amarelo de forma acolhedora, prática e sem tabus. Um convite para ampliar o olhar sobre a saúde mental, reconhecer sinais de sofrimento no cotidiano e aprender como se aproximar de alguém que não está bem — sem julgar, diagnosticar ou assumir para si a responsabilidade de cuidar do outro.
Mais procurada · 90–120 min · Gestores e lideranças
Formação para quem conduz pessoas e ocupa uma posição estratégica na prevenção e no manejo de situações que envolvem saúde mental no trabalho. Em um cenário em que os fatores de risco psicossociais passaram a integrar o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais da NR-1, preparar as lideranças para reconhecer sinais, conversar com segurança e acionar os recursos adequados torna-se parte importante de uma cultura de prevenção.
Programa · 3 encontros ao longo de setembro · Ciclo Setembro Amarelo
Para empresas que querem ir além de uma ação pontual. Um programa em três encontros que cria uma sequência de sensibilização, capacitação e escuta — envolvendo diferentes públicos e transformando o Setembro Amarelo em uma oportunidade concreta de fortalecer a cultura de cuidado e prevenção em saúde mental.
A gestão dos riscos psicossociais exige um processo estruturado de identificação, avaliação, prevenção, registro e acompanhamento dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Uma palestra ou ação de conscientização, por si só, não substitui inventário de riscos, plano de ação ou monitoramento.
O que uma ação bem conduzida pode fazer é diferente — e importante: ampliar o repertório das equipes, preparar lideranças para reconhecer situações de atenção, orientar sobre caminhos de acolhimento e encaminhamento e gerar registros da capacitação realizada.
Se a sua empresa ainda não iniciou esse processo, eu prefiro dizer isso na primeira conversa.
Porque saúde mental não deve ser tratada como uma ação para “cumprir tabela” — e uma palestra não deve vender a falsa sensação de que a empresa já está adequada.
Setembro Amarelo pode ser o começo da conversa. A prevenção precisa continuar depois de setembro.
Sou Conceição Lima, psicóloga com 26 anos de experiência clínica e com atuação em Recursos Humanos, especialmente em desenvolvimento de pessoas. Conheço a realidade de quem cuida de pessoas dentro das organizações: metas, indicadores, orçamento, pressão por resultados e, também, aquelas situações delicadas para as quais nenhum manual parece suficiente.
Essa dupla experiência orienta a forma como conduzo cada palestra. O conteúdo precisa ter fundamentação psicológica, mas também precisa conversar com a realidade de quem está na sala. Meu objetivo é evitar dois extremos: uma abordagem tecnicamente correta, mas distante do cotidiano corporativo, e uma palestra excessivamente motivacional, que inspira no momento, mas não oferece repertório para as decisões que precisam ser tomadas depois.
Conte em poucas linhas sobre a sua equipe, o perfil do público e o que você gostaria de trabalhar. A partir dessas informações, envio uma sugestão de formato, disponibilidade de datas e proposta de investimento.
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